Este ensaio é o terceiro de uma série que não foi planejada como série, mas que se revelou como tal. O primeiro examinou o aprendizado como repetição da pergunta até o cansaço. O segundo examinou a epistemologia da suspeita de si e os caminhos para que ela não resulte em niilismo. Este terceiro é, de certa forma, o seu desdobramento natural: se a pergunta precisa cansar para que a resposta nasça, e se a suspeita de si precisa ser atravessada para não se converter em paralisia