Este ensaio [...] [P]ropõe-se a examinar uma tese que tem a aparência de paradoxo, mas que talvez seja simplesmente verdadeira: o aprendizado consiste em repetir a pergunta até que a pergunta canse e a resposta nasça. Não é um método. Não é uma técnica. É uma fenomenologia — a descrição de como o conhecimento profundo acontece quando ninguém está olhando, quando os manuais já foram fechados e o aprendiz ficou sozinho com a questão.