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O Que Eu Faço Com o Que Eu Não Sei?
O que as nove passagens anteriores tornaram possível articular são quatro modos de fazer com o não-saber, quatro posturas que não são respostas à pergunta de Clarice mas práticas que a habitam: modos de estar no não-saber que não o eliminam nem o ignoram, que o tomam como material e o trabalham sem pretender dissolvê-lo. Os quatro modos são: habitar, jogar, rezar e escrever. Eles não são exaustivos: há outros modos que este ensaio não alcançou (...).
há 2 dias19 min de leitura


A Suspeita de Si: Uma epistemologia do olhar voltado para dentro, entre filosofia, literatura e psicanálise
A tese central é que a suspeita de si é necessária, mas que ela precisa ser atravessada, isto é, que há um outro lado do qual ela pode emergir não como niilismo, mas como uma forma mais honesta, mais responsável e paradoxalmente mais livre de existir.
19 de abr.20 min de leitura
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