Fazer com o não-saber feminino, com esse não-saber específico que é ao mesmo tempo condição universal e posição histórica particular, inclui, portanto, fazer com o silêncio herdado: reconhecê-lo não como vazio, mas como reserva; encontrar nele não a ausência de saber mas a presença de um saber que aguarda forma; e dar-lhe, quando possível e ao preço necessário, a forma que lhe foi negada.