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Três Crônicas sobre a Esperança, Um Substantivo que não Age
A Fé é uma estátua de barro cozido no forno da alma. A Saudade é um baú de cedro com ferragens de bronze. Esperar é um verbo que se estica no tempo, é fio. Mas a esperança — ah, a esperança é o novelo inteiro, compacto e mudo, ocupando um lugar no espaço da alma. Não se esperança. Tem-se esperança. Como se tem um osso. Como se tem uma pedra preciosa que não brilha. É um ter. E nesse ter há uma posse tão íntima que beira a violência. A coisa esperança adere à carne interior, c
1 de fev.10 min de leitura


A Cura pelo Ouvido: Beethoven desafiando a ciência
Beethoven, em toda sua glória, seguiria tocando. Mas agora, acompanhado da severa, porém libertadora, evidência científica. A arte e a ciência, finalmente, encontrando um ponto de convergência na complexa jornada da existência humana, onde a melodia da vida se entrelaçava com o rigor da verdade.
18 de out. de 20259 min de leitura
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