Fazer com o não-saber de si, fazer com a multiplicidade, com a dispersão, com a ausência de duplo estável, com o eu que emerge da relação sem jamais fechar sobre si, inclui, portanto, fazer com o tempo: com o tempo que se tem e que não se sabe quanto é, com o eu que se está sendo e que não se sabe completamente o que é, com a vida que se vive e que, como Clarice soube dizer com mais precisão do que qualquer filósofo