O que as nove passagens anteriores tornaram possível articular são quatro modos de fazer com o não-saber, quatro posturas que não são respostas à pergunta de Clarice mas práticas que a habitam: modos de estar no não-saber que não o eliminam nem o ignoram, que o tomam como material e o trabalham sem pretender dissolvê-lo. Os quatro modos são: habitar, jogar, rezar e escrever. Eles não são exaustivos: há outros modos que este ensaio não alcançou (...).